É a ansiedade que me mata;
A vontade pelo que não sei;
O medo da espera,
O medo de ela parar;
É crer no que não sei,
É crer no eu penso;
Este pensamento que anseia,
Que me mata;
Se ausência também é presença,
É essa presença que me agonia,
É este saber sem certeza,
A certeza do inesperado,
Que espero,
Me anseia;
E eu?
Morrendo.

4 comentários:
morrendo não!
e achei essa tua poesia muito boa, e com capacidade de englobar o que todo mundo sente um pouco. não sabia destes teus dotes...
ah, temos sim que bater muito papo. mas esse findi nao dá pq eu vou conhecer a sogra. mas pro outro vamos nos ver com certeza. teus ensaios são no sábado agora?
Li como alguém que se depara com o seu reflexo diante de um espelho qualquer...
Tuas palavras mexeram comigo...
Mas o que mudou?
Bjo...e valeu ter ligado. Me fez bem.
bom acho que vc resumiu a vida...
e no fim a morte como o principal...
depois de tantas esperas, agonias, felicidade e momentos vem a morte...
e depois?
depois mais nada...
tudo isso pra nada?
ou temos explicaçoes viaveis para o depois da morte?
acho que o ponto final em morrendo é tudo.
bju menina...esta otimo teu blog!
Tá bonito o texto.
"Morrendo" é ótimo, afinal, o que a gente está fazendo seja acordado ou dormindo? Mais morrendo do que vivendo.
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