segunda-feira, 2 de junho de 2008

Mais palavras, menos sentidos

Diferente para que toca, diferente para quem sente.

Quem toca descobre, pesquisa, cada porção, cada milímetro.

Quem sente recebe, transmite, o que sente, o quer sentir.

Quem toca não sabe o que poderá encontrar, mas aceita o que é oferecido.

Quem sente não sabe a intensidade, mas troca o que puder oferecer.

Quando for tocar, toque como se fosse inofensivo,

Toque como se fosse a melhor coisa que já tocou.

Quando sentir, sinta com o coração,

Sinta de olhos fechados e surpreenda-se.

Toque, seu amigos, sua família, seus amores,

Toque suas almas, seus corações, toque-os por inteiro.

Sinta, com o coração, sinta com a alma, com emoção,

Sinta o que lhe é oferecido, retribua de forma límpida.

A diferença de tocar e sentir estão no doador e receptor.

A intenção de quem toca e de quem recebe.

A diferença acaba quando se encontram,

Tornam-se um,

Ao fim, difícil dizer quem eramos no inicio.



Obs: Nisso que deu Fê, pediu para eu continuar, ta ai!

3 comentários:

Fernanda disse...

Oh menina poeta!!!!
quando tu vai escrever um livro??
quase chorei de novo, heheheh...

Psiconauta João disse...

Psé...quero o meu autografado.


Me tocou de novo...

L.T. disse...

o bom é que lá pelas tantas, sempre lá pelas tantas, descobrimos que não havia diferença, não de verdade, sempre descobrimos... mesmo que depois descobramos uma ilusãozinha qualquer, azar, já foi o suficiente pra gente acreditar que é possível tocar e ser tocado da mesma forma.
tão melhor a reciprocidade...